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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Antes de mostrar para vocês como foram meus dias no Rio de Janeiro, vou contar sobre meu final de semana com Schatz na Alemanha, na região onde morávamos antes de Viena.

Fomos pela segunda vez ao Berggasthof Gerstreit, pertinho de Berchtesgaden. É muito bonito! Geralmente o caminho para se chegar até alguma Alm é bem cansativo porque elas ficam no meio ou no topo de uma montanha, mas para chegar até a Gerstreit é bem tranquilo (leia-se: não tem subidas acentuadas).


Mais algumas coisas que vocês precisam saber sobre Alm (são casinhas no meio do nada. Já postei sobre várias!):

- A caminhada entre o estacionamento e a Alm dura, no mínimo, 30 minutos;


- a comida não é light porque a caminhada tem que valer a pena;


Bayerischer Leberkäse com batatas


Sopa de alho servida no pão


Strammer max

- conhecer uma dessas casinhas no meio das montanhas é uma experiência incrível. Uma ótima opção para fugir dos pontos turísticos comuns. A vista será, com certeza, inesquecível!



As sobremesas são tortas e bolos caseiros. Eu não gosto de bolo de queijo, só como o feito no Gerstreit. Maravilhoso!


Também experimentamos a torta de latte macchiato...


A camada no meio é pera.

Espero que vocês tenham gostado. Adoro fazer um turismo atípico!



Beijos e uma ótima semana, queridos!

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aposto que o Scho Schee é o único lugar onde "resumo" tem duas partes, né, minha gente? Vambora? Ah, se você não viu a primeira parte e está curioso, clique aqui!

Voltamos para capital e adivinha o que fizemos? Quem respondeu: "Armaria, lá vem mais foto de comida" acertou em cheio!! Depois de comermos uma (das duzentas que comemos) coxinha, partimos para a sobremesa. Local escolhido foi La Vie en Douce:


Local fofo!


Escolha de Schatz. Muito boa!


Escolha da minha irmã.
Bolo de coco daqueles enrolados em papel alumínio da infância, sabe? Muito bom!


Minha escolha. Snif

Pelo "snif" dá para perceber que não gostei muito do cupcake, né? Nem consegui comer todo... Ainda bem que Schatz e minha irmã fizeram ótimas escolhas e eu fui só dando umas bicadas com meu garfinho nervoso. Obrigada, gente!

Fomos conhecer a padaria "Bella Paulista" também. Não comemos nada (juro!), mas pela quantidade de gente que tinha lá, deve ser bom. É uma padaria gigante e estava lo-ta-da!


Tirei uma de dentro da padaria, mas ficou tremida. :(

Uma coisa que eu achei bem legal foi ter bicicletas para alugar, como tem aqui em Viena. Claro que falta respeito com os ciclistas, ciclovias e etc, mas ter as bicicletas é um começo. Claro que não podemos fechar os olhos pros problemas, mas acho que o primeiro passo, por menor que seja, não deve ser menosprezado.


No nosso último dia, fomos lanchar na Hamburgueria do Sujinho. Gente, o hamburguer é feito na churrasqueira. Só isso. Acho que nem preciso continuar, né? AMEI! Além de tudo, o preço é muito bom! Ponto negativo: não aceita nenhum tipo de cartão, somente dinheiro. O argumento é que a taxa cobrada pelas empresas teria que ser repassada aos clientes e eles preferem aceitar pagamento só em dinheiro para manter o preço justo que eles têm. Achei bacana! Tem um Banco do Brasil bem pertinho da hamburgueria e eu prefiro ter o "transtorno" de tirar dinheiro no caixa do que pagar muito mais do que deveria só pela comodidade de pagar com cartão.

Eu pedi um "X-Salada Calabresa". A-M-E-I demais!! A Hamburgueria do Sujinho é um lugar que eu tenho que ir quando for a São Paulo. Bom demais, gente!


A foto não ficou boa, mas não podia ficar sem colocar

Schatz pediu um "Beirute Sujinho". Ele amou também!


Sim, é realmente gigante. Pedimos batata para acompanhar (a gente não sabia o tamanho do sanduba, gente!). Já tinha lido na internet que a batata era bem grande e que meia porção seria o suficiente. Foi o que pedimos.


Esta é a meia porção!

E a maionese verde feita por eles? Eu que não gosto de maionese, não parei de comer um minuto! Muito boa! Adorei meeeeeeeeeeesmo! Ah, vale a observação: tem um restaurante do Sujinho também, mas escutei de pessoas diferentes que a comida não é lá essas coisas. Eu amei a Hamburgueria do Sujinho, ok?


Não sei vocês, mas eu adoro São Paulo! Sem precisar usar o carro para nada, é claro.


♥♥♥

Beijos e um ótimo final de semana, queridos!

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Queridos, se eu for fazer um post para cada restaurante ou lugar que fui enquanto estive no Brasil, eu só vou voltar a falar sobre Viena em 2016. Por isso resolvi fazer um resumão do tempo que passei em São Paulo. Pode to be? Para quem não entendeu o "pode to be", clique aqui! Morro de rir toda vez que vejo esse vídeo. hahaha (E eu que percebi só agora que o vendedor é o "tapete Persa" da novela?)

Fui para Sampa um dia antes de Schatz chegar. Aproveitei para conhecer a tão falada "Lanchonete da Cidade". Pedi um cachorro-quente chamado Totó (hahaha) e acrescentei queijo. Também pedi a famosa batata rústica deles. Tentei experimentar o suco de tangerina, mas não era época da fruta, então pedi um de limão mesmo:




Vou falar que eu gostei. (Leia-se: gostei-ponto-final) A Lanchonete da Cidade não é um lugar que eu ficaria com desejo de ir toda vez que fosse a São Paulo. Na verdade, acho que nunca mais vou. Não por ter detestado, mas por ter outros que eu com certeza quero voltar e a Lanchonete eu vou acabar deixando sempre "para a próxima vez, se der tempo", sabe?

Schatz chegou e fomos pro interior (Vinhedo) ao casamento do meu cunhado:


Que cerimônia linda! Que jantar perfeito! Por falar nisso, quem morar em Valinhos ou for visitar a cidade, vá ao Jensen. Comida muito boa! Eu ia deixar para colocar o endereço no final, mas minha mão está coçando para colocar agora. Lá vai: Estrada Boiada, 2600 - Vinhas Vista Alegre, SP. Adorei os nomes da rua de Vinhedo. hahaha Sou de Brasília, né, gente? Tudo lá é com letras e números (109 norte, 310 sul, QL3 e por aí vai) quando eu vejo um "Estrada da Boiada", até aquece o coração. ♥ Ah, a cerimônia também foi no Jensen. Ficou tudo muito bonito no estilo rústico-chique (adoro) e achei o lugar suuuuper bacana para casamentos pequenos.

Depois da festa fomos ver o que restou do pé para a pousada. Uma graça! Me senti na fazenda de alguém da família. O café da manhã foi muito gostoso e tudo feito por lá. Biscoitinhos, bolos, sucos... Tudo caseiro. O quarto simples, bonito, confortável... Um mimo! Ela se chama Pousada Fazenda Sant'Ana (site aqui!)


Nossa varandinha

O único probleminha: difícil encontrar a pousada (até mesmo com GPS). Cunhado teve que dirigir na frente e Schatz foi seguindo. De resto, foi tudo muito bom! Ótimo lugar para descansar.

Outra ótima pousada em Vinhedo é a Pousada do Sol (site aqui!). Ela fica mais perto do centro e é fácil de encontrar. Sei das duas porque metade da família ficou na Pousada Sant'Ana e outra metada na Pousada do Sol. :)

Queridos, para não ficar muito grande, vou dividir o post em duas partes, ok? Amanhã tem mais!

Beijos!!

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Schatz e eu fomos à Croácia e Eslovênia no ano passado. Vocês já leram sobre a Eslovênia aqui no blog e sobre a Croácia até hoje, nada, coitada! Sabe Deus o porquê! Como sexta-feira tem tudo a ver com viagem, decidi escrever hoje.

E também porque o post de hoje era para mostrar como eu fiz para dar água para Orquídea enquanto eu estava viajando, mas descobri que não tem foto da engenhoca feita pelo Schatz. Por isso vou recriar no final de semana, tirar foto e posto semana que vem, ok? Vamos fingir que este parágrafo nunca existiu e foco na Croácia, galera! ~BRIGADA!~

Para o post não ficar com 300km, vou colocar umas 3 fotos de cada cidade. Vamos lá? :)

A primeira cidade que visitamos foi Grožnjan. Imagine uma cidade medieval, pequena (700 e poucos habitantes até 2011), no topo de uma montanha, com uma vista maravilhosa. Pronto, você acabou de imaginar Grožnjan.




E olha que por essas fotos não dá para ter nem noção da real beleza do lugar. Primeiro porque o tempo só abriu depois e segundo porque eu tenho o estômago meio fraco e, como eu disse, ela fica no topo de uma montanha. Fomos de carro até lá e, ao chegar, não estava com muita vontade de tirar fotos. Tudo o que eu queria/precisava era de um pouco de ar fresco.

A nossa próxima parada foi Novigrad:




Depois Poreč:





Umag, na verdade, foi o nosso ponto de partida - onde escolhemos nos hospedar. Pra ser bem sincera, não tem nada de muito interessante por lá, mas é a cidade ideal para dormir. Fica bem localizada (fomos de carro para todas as outras cidades e ficam perto), o hotel era pequeno, pessoal muito simpático, o preço da diária era muito bom e o restaurante ao lado - especializado em frutos do mar - era simplesmente maravilhoso (para o paladar e para o bolso)!




A última cidade que conhecemos na Croácia foi Vrsar:





Sem contar na sorveteria que é bem famosa por lá pelo.. digamos... malabares (aconselho assistir em tela cheia!):



Para finalizar, algumas informações:
- A moeda da Croácia, hoje em dia, é euro;
- Ficamos no hotel chamado Villa Badi. Hotel simples, confortável, pessoal simpático para caramba, café da manhãa gostoso e não se esqueçam do restaurante ao lado do hotel para jantar!

Desejo um ótimo final de semana para vocês, queridos!

P.S.: Mari, muito obrigada por ter curtido a página do Scho Schee no Facebook! :)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Eu sou uma apaixonada por Berlim. A considero uma cidade fantástica, por mais que agora eu queira ficar uns anos sem ir. Contraditório, né? A primeira vez que fui - quando me apaixonei de verdade - era verão. Eu só peço uma coisa a vocês: visitem Berlim no verão. Não entendeu nada até agora? Explico: a capital alemã é simplesmente fantástica. É maravilhosa. Perfeita. Fui agora em outubro e ela continua linda, bem do jeito que ela é. Probleminha: muita obra e o pior: chuva. Confiem no meu conselho: visitar Berlim no outono/inverno, é sentir uma "aflição extra". A viagem foi perfeita - fui com uma amiga de infância e foi tudo lindo - mas me doeu. Os pontos turísticos de Berlim têm, em sua maioria, a ver com a Segunda Guerra Mundial. Agora me faça um favor e se imagine entrando em um museu, vendo as atrocidades que ocorriam na época, saindo pela cidade às 17h e está frio e escuro. Se você pensou: "ué, o que tem demais?" Parabéns! Você está em um nível onde eu não estou. Ficava triste, me sentia insegura e só queria meu Schatz para me proteger (aô, amor eterno sem fronteira)! Digo e repito: visitem Berlim na primavera/verão.

Para quem não leu, escrevi sobre a Cidade Maravilhosa (alemã) aqui! Tem várias dicas. Quem está com a mala pronta, já demorou para clicar!

Algumas dicas extras e gratuitas:

- Topografia do Terror: é um museu a céu aberto, gratuito e fa-bu-lo-so. Prepare-se para ficar horas e horas sem nem perceber. Como disse, tem uma parte aberta, mas tem outra que é um prédio. Lá dentro da Topografia do Terror mesmo. Minha amiga e eu ficamos até o último segundo, quando fomos gentilmente expulsas do lugar e cogitamos voltar no dia seguinte para terminar os últimos pontos. Simplesmente fa-bu-lo-so!
- Museu no subsolo do Memorial aos Judeus Mortos da Europa: maravilhoso. Triste. Perfeito. Não deixem de ir! Mais um museu gratuito. A fila é gigantesca. Quanto mais cedo você for, melhor. Fomos bem cedinho e nos avisaram que demoraria em torno de 45 minutos para que pudéssemos entrar. Entendam que os alemães são extremamente pontuais. Se alguém te falar que vai demorar 45 minutos e você espera 50 minutos, um alemão ia surtar! Digo isso só por um motivo: o tempo que eles estipulam é o máximo que você vai esperar e não o mínimo. Se te falarem que vai demorar 45 minutos, é provável que dure 20 ou 30 minutos de espera. Acreditem em mim: para este museu, vale a pena esperar. Vou até escrever um pouco mais sobre ele... Posso? Para quem não conhece, é este daqui:


De uma outra perspectiva...


Quem o fez, deixou em aberto o significado. O chão instável e os diferentes tamanhos de cada bloco podem gerar apenas um desconforto em algumas pessoas, lembrando o sentimento dos judeus a caminho do campo de concentração (desconforto foi até bondade minha). Outra interpretação seria a justificativa para a diferença dos tamanhos de cada bloco: podem ser vistos como vagõs de trem carregados com corpos de judeus (os maiores tinham mais corpos - auge da Guerra -, os menores, menos - início da Guerra). Uma terceira interpretação ainda é possível: enquanto você fica em uma ponta, observando os blocos, os turistas vão passando e desaparecendo entre um bloco e outro, como aconteciam com os judeus. Eles simplesmente desapareciam. Triste, intrigante e genial. Confesso que a terceira é a que faz meus pensamentos voarem, é a que aperta meu coração por pensar no que o artista que fez este memorial deve ter passado para sentir uma dor tão grande e transformar em algo tão significativo, fazendo com que eu visse pessoas aparecendo e sumindo, sentindo um pouco de sua dor. É genialmente triste. Meu museu e memorial predileto.

No museu que existe no subsolo do memorial tem uma sala com várias páginas de diários (em alemão e em inglês). Leve um lenço. Um que me marcou foi uma carta que um filho escreveu para o pai dizendo que ele e a mãe morreriam e queriam se despedir. O filho continuou dizendo "a gente quer viver, mas eles não nos deixam" e eu já não me lembro de mais nada. Só de me lembrar, as lágrimas voltam aos meus olhos. Em outra sala tem uns telefones com áudios de depoimentos de algumas pessoas que passaram pelo campo de concentração. Uma mulher relata que o filho e a mãe estavam com ela. Ela era obrigada a trabalhar o dia inteiro, trabalho pesado, forçado. Um dia veio um oficial chamando crianças de até 12 anos (se não me engano). A mulher coloca o filho no grupo das crianças. Ela não queria que seu filho fizesse trabalho forçado. O oficial questionou a idade do filho. Ele não parecia ter 12 anos. "Ele é alto para a idade" - respondeu ela. "Tudo bem" - respondeu o oficial. "E minha mãe gostaria de ficar com o neto" - assim ele teria uma companhia familiar e a avó poderia cuidar do neto. O oficial aceitou, já que era o desejo de todos os três. A mulher sobreviveu ao campo de concentração e termina o áudio com uma atormentadora: "Como eu poderia saber?" Ela nunca se perdoou por ter mandado o filho e a mãe para a câmera de gás. Faço a mesma pergunta: como ela poderia saber? E torço para que ela tenha encontrado sua paz.

Berlim, por incrível que pareça, dá para ser feita a pé (os pontos principais). Para isso, aconselho muuuuuuuito o Free Tour que expliquei tim tim por tim tim neste post com dicas para Budapeste. Aconselho muito para ter uma ótima noção da cidade e de onde fica o quê. Ainda mais para os que ficarão pouco tempo na cidade!

Até o dia 20 de outubro aconteceu o Festival de Luzes em Berlim. Estávamos lá! Luz, Berlim, ação!



Eu planejava colocar o roteiro de Berlim aqui, mas como ele é grande (8 páginas), vou fazer diferente. Quem se interessar, mande e-mail para schoschee@gmail.com ou comente neste post colocando o endereço do seu e-mail e eu envio o roteiro de Berlim, ok? Sim, sem nada em troca (um "obrigado(a)", talvez?)! :)

Para não finalizar a semana com um post triste desse, coloco uma imagem que prova que o povo alemão também tem humor. Olha o que minha amiga e eu recebemos ao pedirmos a conta em um restaurante:

Sorria, simplesmente sorria....
...até mesmo quando chegar a conta!

P.S: Marcella, muito obrigada por ter curtido a página do Scho Schee no facebook! :D

Beijos e um ótimo final de semana, queridos!

terça-feira, 29 de outubro de 2013


Queridos, vou começar com uma dica para quem gosta de caminhar e entende inglês ou espanhol: faça um Free Tour. É a ideia mais sensacional do mundo. Especialmente se o tempo reservado para a cidade escolhida é curto e/ou a cidade é desconhecida por todos os que estão viajando. Este era exatamente o nosso caso. Duas amigas e eu fomos pela primeira vez para Budapeste. Ficamos 2 dias/1 noite. Andamos muito, vimos todos os pontos turísticos e saímos todas apaixonadas por Budapeste! Eu tenho para mim que sem o Free Tour, nós não teríamos aproveitado tanto a cidade. Por isso eu indico demais! Como funciona: dois horários de saída por dia (um pela manhã e outro no início da tarde), ponto de encontro pré-determinado (em Budapeste é em uma praça central) e 3h30min de caminhada leve. Várias paradas estratégicas para contar um pouco sobre a história e curiosidades do país e quando a guia fala que está a caminho do último ponto, você pensa: "oi? Não eram 3h30min?" e checa o relógio correndo para ver se foi o combinado mesmo. Passa vo-an-do! Isso porque não falei o melhor de tudo: é gratuito! No final, a guia espera uma doação de cada pessoa, o que é mais do que justo, né não? Para vocês não ficarem perdidos, algo em torno (a partir) de 5 a 7 euros por pessoa está tranquilo. O site do Free Tour que a gente fez é este aqui! Não precisa agendar horário nem nada não, viu, gente? O site é só para vocês saberem o horário e lugar combinados.

Não vai para Budapeste, mas vai para Amsterdam, Barcelona, Berlim, Bruxelas, Copenhagen, Dublin, Edimburgo, Hamburgo, Lisboa, Liverpool, Londres, Jerusalem, Madrid, Munique, NY, Paris, Praga ou Tel Aviv? Tem Free Tour também! O site é outro, embora funcione da mesma forma do tour que descrevi acima. É este aqui!



A moeda da Hungria não é euro e sim, Florim Húngaro(HUF). É aqui que começa a segunda dica: Não troque dinheiro nas casas de câmbio que ficam dentro da estação de trem. O valor é muito mais alto do que nas casas de câmbio dentro da cidade! Caso você chegue em Budapeste sem nenhum tostão em Florim Húngaro, troque apenas 5 euros na estação (mais do que o suficiente para pegar o metrô até o seu hotel) e aí sim você pode procurar alguma casa de câmbio para trocar o resto - em cada esquina tem duzentas. Posso emendar a terceira dica? Troque de pouquinho em pouquinho. No início queríamos trocar 50 euros. Pensamos melhor e decidimos trocar 25 euros. Caso fosse necessário, trocaríamos mais. Se você for ficar 2 dias em Budapeste e trocar 50 euros logo no início, você vai se obrigar a viver 2 dias como rei só para não voltar com Florim para casa (isso sem contar a hospedagem). Claro que depende do seu estilo de viagem, mas trocando pouco no início, você vai sentir melhor como tudo funciona (imagine você parando para almoçar e, ao pedir a conta, você vê que deu 3000 HUF por pessoa. Antes de converter o valor para Euro ou Real, você já teve um mini-ataque cardíaco, estou certa? Por isso é importante sentir a cidade).



O mais comum entre os turistas é fazer um trajeto envolvendo Viena, Budapeste, Praga e, às vezes, Bratislava. Se o seu trecho escolhido é Viena-Budapeste, tenho dica de passagem para você. Quarta dica (como chegar): comprei meu ticket Viena-Budapeste na hora. É praticamente impossível você não conseguir o horário que você quer nesse trecho, especialmente em dia de semana. A cada 1 ou 2 horas sai um trem da estação Wien Meidling ou Westbahnhof em direção a Budapeste. Se você não tem psicológico para comprar na hora, compre adiantado pelo site da ÖBB (em inglês). Importante: cada trecho custa algo em torno de €36 e o tempo de viagem é de 2h30min mais ou menos (partindo de Viena).




Uma curiosidade: vocês sabiam que húngaro é uma das 5 línguas mais difíceis do mundo? A guia contou que talvez seja por isso que todo filme que tem E.T, eles conversam em húngaro! kkkkkk





Última dica: a primeira impressão (ao redor da estação de trem) não é das melhores. Deixe o coração livre para receber a verdadeira Budapeste.



Está aí uma cidade que conquistou nós três! Amamos demais!

P.S.: nós nos hospedamos no Regency Hotel. A localização é maravilhosa (só usamos metrô para ir e voltar da estação. O resto, fizemos tudo a pé!), o café da manhã é ótimo também e o único defeito é a internet (funciona nem com reza braba).

Crédito das fotos: amoreca Ana

Beijos e uma ótima semana, queridos!